Sem corantes, aditivos ... apenas conservando.
Mostrar mensagens com a etiqueta Veneza. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Veneza. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 12 de outubro de 2010
terça-feira, 15 de junho de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
terça-feira, 5 de maio de 2009
segunda-feira, 20 de abril de 2009
VENEZIANAS (5.1) - INTRODUÇÃO
Veneza, construída à beira do mar Adriático sobre pequenas ilhas e sobre estacas, era nesse tempo uma das cidades mais poderosas do mundo. Ali tudo foi espanto para o dinamarquês. As ruas eram canais onde deslizavam estreitos barcos finos e escuros. Os palácios cresciam das águas que reflectiam os mármores, as pinturas, as colunas.



Na vasta Praça de São Marcos, em frente da enorme catedral e do alto campanário, o Cavaleiro mal podia acreditar naquilo que os seus olhos viam.
In "O cavaleiro da dinamarca", de Sophia de Mello Breyner Andresen
In "O cavaleiro da dinamarca", de Sophia de Mello Breyner Andresen
Nós também quisemos ver.
O Hotel tinha um táxi privado e gratuito que partia todas as manhãs para Veneza.
E começámos logo por não acreditar no que os nossos olhos viam quando o taxista era este belo armário veneziano.
Veneza à vista.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
VENEZIANAS (4.1) - LIDO
Como já chegámos tarde ao Hotel e debaixo de grande chuva, resolvemos tentar almoçar qualquer coisa e vermos o Lido, uma vez que, dado que também estávamos bastante cansados, não iria render irmos a Veneza (na outra margem do Mar Adriático).
Tomámos então o autocarro na paragem em frente ao nosso Hotel (podem ver foto no Venezianas 3) para "ir à cidade", almoçámos e percorremos depois todo o Lido a pé.
A limpeza nos restaurantes deixa um bocado a desejar, os empregados limpam as migalhas das mesas com as mãos, fazem festas a cães e gatos e não lavam as mãos aseguir (sim, que nós bem andámos a cuscar).
Um prato de sopa custava 6 Euros!!!!!!
Enfim!
Depois da curta refeição fizemo-nos à estrada que nos levava à praia.
Toda ela enfeitada por casinhas destas, pobrezitas!
As praias são assim, todas alinhadinhas, muito certinhas e direitinhas. Apesar de estar bandeira vermelha (tinha chovido de manhã, mas a tarde pôs-se bem soalheira), vimos um rebanho de banhistas todos muito certinhos dentro da água.
Havia de ser em Portugal, havia!
É considerada a praia mais famosa do mundo, a praia do Lido.
No século XIX, a ilha era um local muito apreciado por Shelley,Byron e outros nomes sonantes da literatura.
Os estabelecimentos de banhos foram abrindo ao longo do século XIX e no século XX o Lido era já uma das praias mais elegantes da Europa, frequentada pela aristocracia, estrelas de cinema, que se alojavan em óptimos hotéis (que tivemos ocasião de ver do exterior) e que se deslocavam até às cabaninhas que podem ver aqui em baixo.
Viram como é a praia, viram, viram?
A vida quotidiana do Lido foi evocada na obra de Thomas Mann - Morte em Veneza (1912).
Aqui em baixo podem ver o Hôtel des Bains onde se hospedou a figura deste romance, Von Aschenbach.Seguindo ao longo da estrada encontrámos este bizarro pedregulho.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
VENEZIANAS (3) - O NOSSO HOTEL
Quando o nosso grupo preparou a viagem a Veneza (com mais de 3 meses de antecedência), praticamente todos os hotéis em Veneza (propriamente dita) estavam esgotados e eram caríssimos. Geralmente, tenho sorte com os hotéis que escolho, ao acaso, e desta vez não foi excepção.

Escolheu-se um Hotel no LIDO.
O Lido é uma estreita faixa de areia com 12km de extensão que forma uma barreira natural entre Veneza e o Mar Adriático.
Subúrbio residencial e principal praia de Veneza, é a única ilha da laguna que dispõe de infraestruturas rodoviárias.
Foi aqui que ficámos hospedados durante a nossa estadia.
A rua do nosso Hotel.
O nosso Hotel.
Fazer o percurso a pé também é perfeitamente possível e foi o que fizemos no dia da chegada.
O portão do Hotel, todo em ferro forjado.
O interior do Hotel
A vista do quarto.
Só serviam pequenos-almoços, que não eram nada especial.Aliás, achámos os Hotéis e a restauração, caríssimos e nada de especial, comparados com os Portugueses.
Mais "Venezianas" se seguirão.
Só serviam pequenos-almoços, que não eram nada especial.Aliás, achámos os Hotéis e a restauração, caríssimos e nada de especial, comparados com os Portugueses.
Mais "Venezianas" se seguirão.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
A FotoGInica
OS MEUS OUTROS BLOGUES
Os que me fotografam
FOTÓGRAFOS
- 1000 imagens
- Afterimage gallery
- Alison Brady
- Art Limited
- Cidades
- Do lado de cá da lente
- Dockera
- Ed Knepley
- Fotojornalismo
- Fotos do ano
- Galeria Brfoto
- Grifo Planante
- Howard Schatz
- Jan von Holleben
- Jason Lee
- Jennifer Zwick
- José Pinto Ribeiro
- Kari Herer
- Lori Nix
- Luís Lobo Henriques
- M.Carmen Burgos
- Miguel Valle de Figueiredo
- Natasja Fourie
- Olhares
- Paris daily photo
- Photo of the Day Page
- Photobucket
- Rodney Smith
- Rolling Stone
- Shorpy
- The photographic dictionary
- Trivial matters
- Vadiagens
- Wang Gangfeng
- Whatatop
- Yinka Oyelese
